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Do acolhimento à autonomia: histórias de superação nas Casas Abrigo de Maricá

foto divulgação

A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, reafirma seu compromisso com a promoção da dignidade humana e da inclusão social ao registrar novos avanços no atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade. Recentemente, dois acolhidos das Casas Abrigo do município foram desligados do serviço após conquistarem autonomia suficiente para retomar seus projetos de vida, com acesso ao trabalho e à moradia.

Na Casa Abrigo de Itaipuaçu, o maricaense André Costa, de 33 anos, concluiu seu ciclo de acolhimento após quatro meses de acompanhamento. Em situação de rua desde agosto de 2025, em função do desemprego, ele recebeu suporte da equipe técnica da unidade, com acesso a orientações sociais e encaminhamentos que possibilitaram sua reorganização pessoal. Como resultado, André retornou ao mercado formal de trabalho, atuando atualmente no setor da construção civil, e já planeja sua moradia.

A coordenadora da unidade, Monique Freitas, destacou que o desligamento é parte do processo de fortalecimento da autonomia dos acolhidos. “O acolhimento é provisório e tem como foco a reconstrução de trajetórias. O caso de André demonstra que, com acompanhamento adequado, é possível garantir novas oportunidades e qualidade de vida”, afirmou.

Outro exemplo de superação foi registrado na Casa Abrigo da Mumbuca. Antônio Fábio Pereira, de 49 anos, natural de Campina Grande (PB) e morador de Maricá há cerca de uma década, foi desligado após nove meses de acompanhamento. Ele havia vivido aproximadamente um ano em situação de rua, sendo acolhido pela unidade em abril de 2025.

Durante o período no abrigo, Antônio conseguiu retornar ao trabalho informal como diarista, o que possibilitou a reorganização de sua vida financeira. Segundo a coordenadora Andreia Cristina Sá, a retomada da renda foi decisiva para a conquista da independência. “Ele conseguiu alugar uma casa no bairro do Caxito e retomar sua autonomia. Esse resultado é fruto de um trabalho planejado e construído em conjunto com o acolhido”, explicou.

Os desligamentos ocorreram de forma planejada, conforme os objetivos definidos no Plano Individual de Acompanhamento (PIA), instrumento que orienta as ações das equipes técnicas. Para a Secretaria de Assistência Social e Cidadania, as trajetórias de André e Antônio evidenciam a importância das políticas públicas de acolhimento, que vão além da proteção imediata, promovendo inclusão, cidadania e novas possibilidades de futuro.

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